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SOBRE ESTA SEÇÃO
O editor Edu Cesar comenta os resultados dos campeonatos de futebol e o dia-a-dia dos clubes. Destaque para o que de principal ocorre em todas as modalidades e ainda os tópicos não-esportivos "Sintonia PB", "Clipe do Dia" e "Bela do Dia".
 
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Domingo, 20 de setembro de 2020
O Cruzeiro virou freguês do futebol alagoano



Contra fatos, não há argumentos. Desde o ano passado entre Copa do Brasil e Séries A e B, são 6 partidas contra a dupla de Maceió e nenhuma vencida, das quais metade perdida. Ontem à noitinha, mesmo numa semana bronqueada com a demissão do Argel após apenas 4 partidas em 18 dias, o CSA que colaborou decisivamente para o ontem ocorrido com aquela vitória no Mineirão tocou 3 x 1 de boa nos mineiros, que já tinham aberto a Bêzona com 6 pontos a menos por punições da FIFA.

Em teoria, a grandeza histórica dele faria a coisa entrar nos eixos pouco a pouco para ser um grande candidato ao acesso. Neste momento, porém, a prática é outra. Desde o começo do ano é nítida a ruindade do time, no papel não, mas na execução sim. Imaginou-se a volta às boas após a troca de Enderson Moreira por Ney Franco e o triunfo sobre o Vitória, mas não é isso o que acontece - tanto que ela é a única nas últimas 8 partidas, das quais metade perdida. Um sábado que já dias antes se sabia que teria como negativismo a declaração do Rogério Ceni ao ontem exibido "Bola da Vez" na ESPN Brasil, sobre não ter recebido ainda nenhum centavo da Raposa, acabou pior ainda com mais um fracasso dentro das quatro linhas. Tempo para melhorar tem, a perspectiva de melhora é que é pouca neste momento.

15º colocado com 8 pontos e 4 vitórias, mesma pontuação de Botafogo de Ribeirão Preto e Guarani (este abrindo a zona de risco) - mas ambos com 2 vitórias a menos - e com 1 ponto acima do próprio Azulão do Mutange, o Cruzeiro receberá o Avaí na próxima sexta.

Falta de cuidado e hipocrisia da TV brasileira

No fim de julho, causou comoção entre os fãs de antiguidades televisivas no YouTube a derrubada do canal "Pedro Janov", de Danilo Rodrigues, um dos principais arquivistas daquele site pois disponibilizava grandes relíquias obtidas de fitas VHS tanto suas quanto adquiridas com gravações de telespectadores ao longo das décadas. Tinha noticiários antigos, gols de campeonatos nacionais, programas de auditório. O canal não era monetizado e as postagens eram simplesmente pelo prazer de dividir conteúdos interessantes. Muitos, aliás, fazem isso há uma década e meia no YouTube, inclusive com preciosidades muitas vezes perdidas pelas próprias emissoras por motivos variados.

Neste caso do Danilo, que tinha mais de 3 mil e 600 postagens, o que pode ser considerado estopim para a exclusão do canal foi um "Jornal da Globo" de 1993 que tinha uma reportagem do César Tralli sobre comerciais com pessoas consideradas feias de diversas maneiras, matéria cujo tom não caberia nos tempos mais evolutivos atuais por ter um tom preconceituoso contra pessoas gordas, por exemplo - o alcance do material foi ampliado no Twitter por um recorte feito pela roteirista Renata Corrêa. Provavelmente percebendo que seu material de 26 anos atrás, mesmo não sendo atual e sim sendo um retrato de uma época onde coisas que hoje não têm sido consideradas mais cabíveis ali eram consideradas normais, repercutiria negativamente tanto para a imagem dela em si quanto de seu profissional pelo tom adotado nele, a Globo reivindicou direitos autorais sobre o vídeo e o derrubou de forma que isso levou todo o canal junto, inclusive conteúdos de outras emissoras, mesmo as extintas.

O assunto é delicado de abordar - e digo desde já que não defenderei ilegalidades e sim sugerirei uma espécie de proveito da situação de uma forma que fosse positiva para todo mundo - porque, evidentemente, o dono de um material tem todos os direitos sobre ele e ninguém deve ganhar nada de forma indevida em cima dele. Mas há maneiras e maneiras de se lidar com isso, vamos ver se consigo me fazer entender. Para começo de conversa: monetização. Não sei como funciona esta questão na maioria dos canais do YouTube, mas se algum deles ganhar dinheiro em cima dos conteúdos das emissoras de TV que publica, age errado. Mas como muitos dos conteúdos trazidos não são disponibilizados nas plataformas oficiais das emissoras e muitas vezes nem elas mesmas os têm mais, o caráter das postagens fica basicamente no sentido único de dividir com as pessoas algo bacana para fins de nostalgia, de reviver produções marcantes, outros momentos de profissionais que ainda hoje acompanhemos, enfim.

Separando situações: alguém publicar no YouTube uma novela inteira que esteja num GloboPlay da vida, tipo a recentemente republicada "A Favorita", a emissora pode perfeitamente se sentir no direito de pedir a exclusão dos vídeos para que este conteúdo seja visto apenas na plataforma dela mesma com assinatura e tudo - mas removendo apenas o conteúdo específico de forma a não prejudicar outros que nada tenham a ver com ela (até porque essa "política beisebol" do YouTube, de 3 strikes e você está fora, é extrema por suscetível a eventuais injustiças que depois não possam ser reviravoltadas mesmo se corrigidas).

Porém, um noticiário completo de 20 ou 30 anos atrás com imagem baleadinha de VHS e som abafado não precisa justificar uma medida extrema porque não será publicado inteiro numa plataforma oficial a partir do arquivo original - a não ser eventualmente uma ou outra reportagem resgatada para fins de arquivo jornalístico ou alusão a alguma data ou acontecimento da atualidade -, então eu acho que neste caso as emissoras poderiam solicitar monetização ao YouTube em cima destas postagens de forma que tudo que fosse lucrado com os acessos delas fossem para elas, as emissoras, enquanto detentoras dos direitos do conteúdo publicado, mas sem tirá-lo do ar, o que manteria o caráter de resgate nostálgico pretendido pelo telespectador postador e não impediria o dono do conteúdo de faturar uns belos e muito bem-vindos trocados.

Aí vamos para o que coloquei no título deste tópico. Primeiro, a falta de cuidado. Todas as emissoras, sem exceções, descuidaram pouco ou muito - mas sempre descuidando em algum momento - dos seus arquivos a ponto de algo ser perdido. Neste caso, citarei exemplos do futebol nos recentes repetecos do recesso pandêmico. Teve uma vez que o SporTV passou a final São Paulo 3 x 1 Corinthians de 1998 diretamente de postagem da transmissão da Globo encontrada no YouTube porque seu próprio arquivo da partida estava com defeitos técnicos que impediram sua exibição. De outra maneira, um Botafogo 3 x 1 São Paulo da Copa do Brasil de 1999 não foi ao ar mesmo vencendo a enquete do jogo do dia também por problema técnico e, desta vez, foi trocado por outra partida pois não tinha uma íntegra dele disponível no YouTube.

Em outro momento, repetiram na íntegra a semifinal Atlético Paranaense 3 x 2 Fluminense do Brasileirão de 2001. Na 2ª etapa foi perdido um trecho de 5 minutos que incluiu um chute tricolor na trave, possivelmente problema técnico do arquivo do canal. Partes deste trecho perdido eu achei numa gravação de telespectador feita da transmissão original ao vivo e as juntei quando disponibilizei o jogo inteiro no YouTube - e o restante que faltava extraí de uma íntegra bem baleadinha de VHS da jornada da Globo para fechar o 2º tempo inteiro, sem cortes. E não dá para deixar de citar a final Flamengo 2 x 0 Cobreloa da Libertadores de 1981, de cujo 1º tempo o SporTV passou meros 5 minutos escancaradamente extraídos de íntegra de má qualidade publicada no YouTube pois, do arquivo próprio da Globo, só o 2º tempo entrou.

Outro exemplo que cito é da Bandeirantes, uma que tem como mérito explorar muito bem seus arquivos e em linhas gerais mantê-los muito bem preservados, o que poderemos conferir em breve com isso do Band Play que o diretor Caio Carvalho anunciou nesta semana em artigo no Notícias da TV. Mas mesmo assim não há perfeições. No sempre imperdível especial de lutas antigas de boxe mostradas pelo BandSports nas noites de sábado, tempos atrás teve duas do Maguila que foram resgatadas não a partir dos arquivos originais e sim de postagens no YouTube, vazando inclusive patrocínios originais da época que, nas imagens pegas diretamente dos próprios registros, nem apareceriam por limpos os mesmos.

Bah! Não posso deixar de falar do "Globo Repórter" de anteontem. Conseguiram a proeza de mostrar trechos da "TV Pirata" e, pasmem, do nem tão velho assim "Zorra Total" extraídos da internet! Fora que, na cena da "TV Pirata" que passou, foi colocado um efeito blur em cima possivelmente do nome do canal que postou a imagem, recurso que alguns adotam para que postagens suas não sejam republicadas por outros canais e, caso o sejam, isso fique escancarado. Tudo isso acontece por pura e simples falta de cuidado com os arquivos originais, um descaso que vem de décadas e que na maioria delas não tinha solução por não haver outras formas de encontrar alguns deles, o que agora tem graças justamente às gravações originais de época de telespectadores, que assim também se tornam contribuintes diretos na preservação histórica da televisão brasileira.

Já a questão da hipocrisia é porque o argumento da Globo, neste caso do Danilo Rodrigues, e de todas as emissoras em relação à publicação de seus conteúdos por telespectadores que extraem arquivos próprios de gravações feitas ao longo dos anos, é de "combate à pirataria". Justo, correto, certeiro, nada a condenar em relação a isso. Só que fazer isso apenas com alguns acaba soando antipático para muitas pessoas pois muitos outros fazem coisas como postar capítulos completos das novelas atuais, programas que estão nas plataformas oficiais e mesmo transmitir ao vivo no YouTube jogos de futebol e outras atrações delas e não acontece a mesma ação combativa, em muitos destes casos havendo monetização para fim próprio.

E a hipocrisia se dá pelo fato de que, mesmo com o argumento de "não poderia ter isso, aquilo e aquele outro" no YouTube, tudo quanto é emissora usa e abusa hoje em dia da busca de conteúdos no YouTube para matérias de memória - e a dona Globo não escapa disso de forma alguma, como bem citei acima não só em relação a coisas dela mesma, mas de emissoras concorrentes também. Cito como exemplo a recente participação do Sílvio Luiz no "Conversa com Bial", ilustrada por alguns lances de um Palmeiras 1 x 1 São Paulo de 1993 que ele narrou na Bandeirantes. Arquivo direto dela, certo? Errado. Extraíram de uma postagem no YouTube.

A RedeTV!, que mesmo à beira dos 21 anos continua celebrando os 20 que completou há 10 meses, conseguiu a proeza de fazer uma edição inteira com três trechos do programa "Gabi" só em cima de postagens dele no YouTube porque não tinha mais os próprios arquivos! A CNT, ao destacar anteontem no "CNT Jornal" os 70 anos da televisão brasileira, resgatou vinhetas suas ao longo de 27 anos a partir de uma coletânea disponível no YouTube, inclusive mostrando em sua tela o logo semelhante ao da argentina Telefé que o postador colocou na colagem que fez a partir de vídeos de outros diversos canais. E por aí vai.

Ou seja: as emissoras reclamam de pirataria dos seus conteúdos, mas atualmente se servem bastante, em diversos momentos, da própria pirataria que condenam. É ou não é hipocrisia isso? Aí vai perguntar: o que é que seria melhor fazer? O melhor, evidentemente, seria fuçar bem nos próprios arquivos. Mas e se faltar algo, se a emissora não tiver nela mesma algo que esteja publicado em algum canal, alguma gravação pessoal que um telespectador tenha e publicou para fins nostálgicos de partilhar algo bacana de tempos idos?

A emissora poderia contatar este telespectador, solicitar o envio de uma cópia da fita ou mesmo requisitar a própria para convertê-la em qualidade máxima por pior que esteja o estado original dela (não parece, mas há programas de vídeo na internet que conseguem dar tom de alta definição, 60 frames por segundo e alguma melhora de áudio até para vídeos com imagem feinha e com fantasmas e som baleado) e, em sinal de agradecimento e retribuição, oferecer algo em agradecimento, se não necessariamente em termos de remuneração simbólica, mas algum brinde, tipo souvenirs, produtos oficiais, quem sabe até algo maior como conhecer a sede da emissora e alguns de seus profissionais, enfim.

O que não soa legal é fazer algo seletivo em tom de caça com quem, muitas vezes, não pretende ganhar algo em cima daquilo e nem tirar vantagem (e, sim, tem muitos que fazem isso, não se diz que não pois tem sim, e monetizar no YouTube tem que ser só com o que for totalmente próprio e não com o que for dos outros) e aí remove coisas que não necessariamente reverterão em busca nas próprias plataformas por, talvez, soarem incômodas como retrato de um tempo específico, quando melhor seria lidar com o fato daquilo ter acontecido e ter sido algo errado que foi melhorado conforme o tempo e a maturidade de pensamento vieram, já que a exclusão total do canal do Danilo veio coincidentemente e imediatamente após a difusão da reportagem de 1993 em tom depreciativo sobre pessoas feias e gordas.

Não sei se me faço entender no que quero dizer, espero que sim, mas avisem caso não. Coloquei acima um ponto de vista sem querer sem dono da verdade e senhor da razão, nunca e jamais. Só mesmo pensamentos, ideias, considerações ponderações sobre o tema para fim de reflexão sobre isso tudo e com as melhores intenções possíveis. Afinal, todos jogamos no mesmo time: o time da preservação da história em um país que, em momentos variados e aspectos diversos, não cuida, não respeita e não valoriza sua história.

Revisitando a semana na "24 Horas"

Estas foram as colunas dos últimos dias e seus principais destaques (leia a edição clicando na data):

15 de setembro Retomada do PAPO DE BOLA - O SITE após 6 meses de recesso pandêmico; Libertadores de volta também após 6 meses de parada; um panorama da Série B; papelão e violência na Série C; as mortes de Bira "Burro" e Luiz Carlos Ferreira; Gostkowski de vilão a herói do Titans na NFL; Márcio Gomes cobrindo férias da Maju no "Hoje"; Marina Machado demitida pela Bandeirantes; e nas "Datas em 0 ou 5", os 40 anos da estreia de "Bozo" na TVS.

16 de setembro A redenção de Walter na vitória do Athletico; o "oxo" chato do Santos; Corinthians em campo após a hostilidade violenta pós-derrota para o Fluminense; Benfica de Jorge Jesus eliminado da Champions na 3ª fase pré-grupos; a mistura de doença e mau-caratismo do presidente da Federação Francesa; Rádio Guaíba contratando Sandro Fávero; a morte do banqueiro fundador da Rádio Transamérica; mudanças nas tardes da BandNews FM; a saída do selo "Urgente" no logo da GloboNews; e nas "Datas em 0 ou 5", os 95 anos do nascimento de B. B. King.

17 de setembro A vitória do Internacional no sufoco e o vexame do Grêmio; escrita de 37 anos quebrada pelo Palmeiras; a vitória do Corinthians e o luto de Mano Menezes pela morte do preparador físico de sua comissão permanente; as vantagens de Ceará e Fluminense na Copa do Brasil; presidente do Nacional de Rolândia assassinado por um ex-jogador do clube; Santos proibido de contratar por 3 janelas de transferências; Neymar suspenso pela agressão ao racista; novo formato no NBB; a morte de Fernando Vieira; Café com Bobagem chegando à Play FM; e nas "Datas em 0 ou 5", os 100 anos da NFL.

18 de setembro O vexame histórico do Flamengo; o empate do São Paulo; as vantagens de Vasco e Juventude na Copa do Brasil; Argel fora do CSA após 18 dias; Thiago Neves contratado pelo Sport; D'Alssandro cidadão brasileiro; novo nome da Fed Cup; a volta do "BandNews São Paulo - 2ª Edição"; Roberto Nonato e Sidney Rezende nas manhãs da CNN Rádio; Cultura disponibilizando "Os Campeões de Audiência" no YouTube; uma live campeã com a "seleção brasileira do arquivismo televisivo brasileiro"; e nas "Datas em 0 ou 5", os 45 anos de Poliana Abritta.

Bela do Dia: Simone Mello

Simone Mello, ex-apresentadora e repórter esportiva da TV Bandeirantes nos anos 80 e 90, há muitos e muitos anos fora do ar. No domingo em que retorna no formato clássico o "Show do Esporte", nada mais justo, devido e merecido do que homenagear esta querida e simpática profissional que marcou tanto naqueles áureos tempos, ainda mais que por um tempaço não se soube publicamente nada de nada a respeito dela até uns dois anos atrás, mais ou menos, quando fizeram um documentário para TCC sobre a vida e a obra do Jota Júnior e um depoimento foi o dela, assim vista em imagem atual depois de décadas - recentemente, a mesma coisa aconteceu na própria Band naquele belo especial sobre o Luciano do Valle. A imagem aí vista é atual pois, graças a um post recente do Luiz Andreoli, encontrei a Simone no Instagram e agora a sigo por ali.

19 de setembro Crivella maluco, doido, transtornado e tudo mais por querer 20 mil pessoas nos jogos do Maracanã a partir de outubro; prévia da 11ª rodada do Brasileirão; a estreia de um uniforme do Náutico contra o racismo; a vitória de um São Bernardo que não teve 18 jogadores por todos serem contaminados pela Covid-19; a convocação da Seleção Brasileira; Mundial de Clubes adiado; debates entre prefeitáveis na CNN; "Roda Viva" com ex-apresentadores; Ultrafarma viabilizando Claudete Troiano na RedeTV!; "Globo Repórter" mais sobre a Globo do que sobre a TV no Brasil; SBT concluindo "Crimes Graves"; e nas "Datas em 0 ou 5", os 50 anos de "Mary Tyler Moore". LEIA AQUI

Datas em 0 ou 5

É um hábito desta "24 Horas" de bastante tempo e que será mantido aqui ao observar datas importantes que completam 5, 10, 25, 40, 65, 100 anos, enfim, sempre em 0 ou 5 pois é como consigo me organizar melhor. As deste domingo, 20 de setembro, são estas:

*185 anos da Revolução Farroupilha, data máxima do Rio Grande do Sul.

*100 anos do nascimento de Jay Ward, autor de desenhos animados falecido em 1989 e criador de personagens como George, o Rei da Floresta e Alceu & Dentinho.

*85 anos do nascimento de Orlando Peçanha, ex-zagueiro falecido em 2010 e campeão mundial pelo Brasil em 1958, além de dois títulos cariocas pelo Vasco, dois argentinos pelo Boca Juniors e dois Paulistas e a Taça Brasil de 1965 pelo Santos.

*60 anos em dose tripla: de Márcio Rossini, ex-zagueiro campeão paulista de 1984 pelo Santos; de Alice Regina Brown, velocista bicampeão olímpica do 4 x 100 em Los Angeles 1984 e Seul 1988; e da inauguração da TV Cultura por parte dos Diários Associados, desde 1969 sendo ela pertencente à Fundação Padre Anchieta.

*45 anos em dose tripla: de Juan Pablo Montoya, um dos raros pilotos a ter disputado Nascar e Fórmulas 1, Indy e Mundial, desta última sendo campeão em 1999; de Gilmelândia, cantora ex-vocalista da Banda Beijo e ex-apresentadora do "Viva a Noite" no SBT; e de Asia Argento, atriz de filmes como "Scarlett Diva" e "Triplo X", famosa por liderar o movimento #MeToo quando vindas à tona as acusações de abusos sexuais contra o produtor Harvey Weinstein.

*40 anos de Guilherme Berenguer, ator de produções como "Malhação" (anos 11 e 12), "Sinhá Moça" e "Vidas em Jogo".

Arremate

Coronavírus já vitimou no Brasil mais de 136 mil dos mais de 4 milhões e 500 mil infectados. Força e solidariedade.

"24 Horas" volta rezando que um dia este mal cesse ou diminua drasticamente.

Torneios de futebol, todas as modalidades e variedades não-esportivas.

Destaques da imprensa esportiva. O que acontece em TV, rádio, jornal e web.

Podcasts com pitacos sobre os esportes e outros registros interessantes.

Convidados escrevem sobre temas de agora no futebol e em todos os esportes.

Para entender o presente, é preciso conhecer o passado. Aqui se faz isso.

Teste de conhecimentos com direito a charadas e perguntas "pega-ratão".

Verde para o bom, vermelho para o ruim e amarelo para chamar a atenção.

Gente do esporte dá dicas de livros, filmes, música, culinária e mais.