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24 HORAS
Futebol, esportes, sintonias e belas

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Domingo, 26 de janeiro de 2014 - ANO 11, EDIÇÃO 146
Wawrinka conquista o Australian Open

Suíço vencendo Rafael Nadal. A manchete não é nova, o ganhador que é novo. Pela primeira vez, Stanislas Wawrinka conquista um Grand Slam. Na manhã deste domingo, ele faturou o Aberto da Austrália ao derrotar o espanhol em duas horas e meia de competição por 3 sets a 1 (6/3, 6/2, 3/6 e 6/3). Isto tornará Wawrinka o novo terceiro colocado no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais. Seu melhor desempenho neste torneio havia sido as quartas-de-final em 2011. Em Grand Slams, o melhor tinha sido a semifinal do US Open no ano passado. Agora, após eliminar o atual tricampeão Novak Djokovic e abater o grande Nadal, chega ao topo. Ah: Stanislas nunca tinha superado Rafael. Eram 12 derrotas em 12 jogos. A escrita acabou. E como acabou!

O que vale mais: grana no bolso ou gente na arquiba?

Uma questão recorrente no futebol brasileiro é a pouca presença de torcedores nos estádios na maioria das partidas de tudo quanto é campeonato. Problemas são vários, concordo, mas um que acho determinante para isso é o preço dos ingressos. Que você dê uma subida no valor em clássicos, jogos decisivos e finais eu até entendo - desde que nada abusivo igual às 250 "dilmas" cobradas pelo Flamengo na Copa do Brasil de 2013. Mas diversas pelejas não valem nem a metade do preço por não terem peso de atração suficiente.

Aí é isso que coloco no título: vale mais encher o bolso de grana ou encher as arquibancadas de gente? Tá, não digo encher, mas colocar bem mais pessoas do que a gente vê aí, aqui e acolá. Nessa época dos Estaduais, isso fica mais nítido pois os clubes grandes não lhes dedicam atenção total por variadas razões. Mas mesmo assim, eles mesmos cobram valores que não se justificam. Na levada atual, cobrar 30 ou 40 mangos por tíquete numa partida de Estadual acho muito pois a maioria absoluta vale, no máximo e com boa vontade, uns 15.

Não é a primeira vez que falo isso e não falo com profundidade por assumir não ser especialista no assunto, mas acredito que os clubes poderiam bolar outras maneiras de lucrar em cima das marcas sem ter que jogar tudo no preço dos ingressos. Dá perfeitamente para baixá-los e, mesmo assim, não perder dinheiro. Poderiam exploradas ser ações promocionais, eventos especiais, produtos licenciados que atendam todas as classes sociais, enfim. Mas tudo estoura sempre no preço do ingresso e a consequência é triste. Estádio quase vazio é triste de se ver.

Como bem sabem, desde o ano passado esta "24 Horas" tem destacado todas as segundas e sextas-feiras o balanção dos públicos com públicos pagante e total, renda e preço médio de bilhete. Com base nisso, quero exemplificar o que falei acima. Se os preços fossem menores, quantas pessoas estariam nos estádios caso a mesma arrecadação fosse atingida? Separei alguns exemplos e os resultados se o preço médio fosse de R$ 15,00 ou, radicalizando (pois tem jogos de estaduais que não valem mesmo mais do que isso), R$ 5,00.

Comercial 0 x 2 Palmeiras, na última quinta-feira
8.815 pagantes, R$ 420.415,00 de renda e R$ 47,69 de preço médio
Renda igual com R$ 15,00 de preço médio: 28.027 pagantes

Botafogo 2 x 1 Madureira, na última quinta-feira
2.208 pagantes, R$ 45.295,00 de renda e R$ 20,51 de preço médio
Renda igual com R$ 5,00 de preço médio: 9.059 pagantes

Grêmio 2 x 1 Lajeadense, na última quinta-feira
3.360 pagantes, R$ 82.347,00 de renda e R$ 24,50 de preço médio
Renda igual com R$ 5,00 de preço médio: 16.469 pagantes

São Paulo 4 x 0 Mogi Mirim, na última quarta-feira
5.863 pagantes, R$ 138.190,00 de renda e R$ 23,56 de preço médio
Renda igual com R$ 5,00 de preço médio: 27.638 pagantes

Osasco Audax 1 x 1 Santos, na última terça-feira
1.600 pagantes, R$ 75.470,00 de renda e R$ 47,16 de preço médio
Renda igual com R$ 15,00 de preço médio: 5.031 pagantes

Flamengo 1 x 0 Audax, no domingo passado
10.522 pagantes, R$ 525.410,00 de renda e R$ 49,93 de preço médio
Renda igual com R$ 15,00 de preço médio: 35.027 pagantes

Portuguesa 1 x 2 Corinthians, no domingo passado
8.273 pagantes, R$ 273.860,00 de renda e R$ 33,08 de preço médio
Renda igual com R$ 15,00 de preço médio: 18.257 pagantes

Maringá 2 x 1 Coritiba, no domingo passado
5.200 pagantes, R$ 125.240,00 de renda e R$ 24,08 de preço médio
Renda igual com R$ 5,00 de preço médio: 25.048 pagantes

Internacional 2 x 0 São Luiz, no sábado retrasado
888 pagantes, R$ 20.740,00 de renda e R$ 23,35 de preço médio
Renda igual com R$ 5,00 de preço médio: 4.148 pagantes


Estes exemplos todos que dou são apenas e tão somente para mostrar que não dá para privilegiar a grana no preço dos ingressos se isto resultar na queda vertiginosa daquilo que ainda é o que mais importa: estádios com bastante gente. Ou tem a mesma graça conquistar uma grande vitória com 8 mil pessoas ao invés de 45 mil?

Campeão em busca da superação

Recordarão que recentemente noticiada foi a luta do zagueiro Larramendi, campeão da Série D do ano passado pelo Botafogo da Paraíba e autor do primeiro gol na finalíssima contra o Juventude, contra um tumor na perna esquerda. Sem condições financeiras de custear a operação complicada, ele chegou a leiloar a medalha do campeonato para arrecadar fundos. Felizmente, ele manterá a medalha e será operado. Deu ontem no "Esporte Fantástico", da Rede Record, uma reportagem da Caroline Patatt com o jogador e informado foi que ele ganhou do médico conterrâneo de aldeia pampeana Ricardo Becker uma operação que será feita sem custos. Tomara Deus que tudo dê certo ao uruguaio de Montevidéu e que consiga se recuperar para voltar aos gramados.

Campeão no campo e também na quadra

Um dos maiores clubes do Brasil e duas vezes campeão da Libertadores, o Cruzeiro faz bonito no futebol há 93 anos. Nos últimos quatro anos, o êxito dos gramados tem se repetido nas quadras de vôlei, mostrando - não de maneira inédita, mas como mais um exemplo ótimo somado a outros atuais e vários do passado - que dá para entrar com tudo em outras modalidades sem escantear o futebol. A Copa Masculina do Brasil, conquistada na manhã deste sábado num jogaço contra o SESI em Maringá, só reforçou este sucesso.

De 2010 até agora, o vôlei do Cruzeiro emendou 13 finalíssimas e perdeu somente três: o Mundial de 2012 e as Superligas de 2011 e 2013. Todas as outras foram vencidas: em 2010 e 2011, Mineiro e Torneio Internacional de Irvine; em 2012, Mineiro, Superliga e Sul-Americano; em 2013, Mineiro e Mundial; e agora, a Copa do Brasil. E se a concorrência não abrir o olho, no mínimo mais um título chegará este ano (e nem me refiro ao estadual).

Madrugada só para paulistanos

Virada de domingo para segunda-feira de manutenção mensal nas emissoras da Rede Globo em todo o Brasil. Claro, exceção recorrente nos últimos meses ao canal 5 de São Paulo, onde seguirá a programação normal com "Sessão de Gala" e "Corujão", só não faço a menor ideia de com quais filmes. Registrarei na coluna de amanhã.

Um tópico (mais um) sobre "Chaves"

A semana que encerrou concluiu a exibição no SBT de 14 episódios do seu, do meu, do nosso seriado mexicano favorito, alguns deles finalmente completando sagas que passavam incompletas por mais de 20 anos. Episódios com nova dublagem, que evidentemente causou estranhamento, críticas e elogios, mas que não se deve dizer que não foi esforçada até por ser a dublagem um dos principais fatores do sucesso do Chavinho no Brasil.

Das vozes novas, ainda não "encaixei" a da Beatriz Loureiro na Dona Clotilde, pouco semelhante que é à da Helena Samara. A do Marco Moreira só não estranho totalmente pois lembra muito a original de Ramón Valdés, mas é claro que o comparativo é com Carlos Seidl. Daniel Muller lembrou um pouco Tatá Guarnieri às vezes, mas parece o melhor Chaves pós-Marcelo Gastaldi. Gustavo Berriel faz bem o Senhor Barriga e muito bem Nhonho. E a grata surpresa foi o jovem Vinícius Souza, que encaixou bem demais como Quico, claro que não com a mesma força vocal do Nelson Machado até pelo timbre diferente, mas a inspiração resultou num trabalho bem legal. Dos clássicos, foi bom voltar a ouvir Chiquinha feita pela Sandra Mara Azevedo, embora um pouco diferente sua voz até por voltar à carga após 25 anos. Os demais, como Cecília Lemes (um pouco menos atuante como Chiquinha desta vez), Martha Volpiani, Osmiro Campos e Silton Cardoso, continuam os craques de sempre.

Ao longo de muitos anos, o SBT exibiu um número limitado de episódios para um tantão de reprises todos os dias da semana, o que resultou no desgaste deles e no necessário descanso ao limitá-lo aos fins de semana. Mas nada disso seria necessário se ao menos os episódios perdidos fossem transmitidos neste tempo, mesmo que com qualidade de imagem inferior, algum eventual problema de áudio ou principalmente histórias iguais ou parecidas. Ficando somente entre agosto de 2011 e janeiro até maio de 2012, nada mais e nada menos do que em torno de 69 episódios foram exibidos - com o agravante de que 16 dos semelhantes apresentados no ano retrasado eram inéditos com dublagem MaGa original, episódios que ficaram guardados por 10 a 20 anos num canto qualquer da emissora sem jamais terem passado, um pecado até com os dubladores neles escutados e também com o público. Com estes 69 episódios incorporados aos demais, o desgaste não seria tão grande.

Agora, 2014 começou com 14 episódios inéditos de variados anos. Consta que tantos mais foram comprados pelo SBT, mas sem qualquer garantia de que sejam enviados aos estúdios de dublagem para ganharem versões brasileiras. Alguém poderá dizer que, se depender da repercussão que os inéditos tiveram agora, tão cedo isto não acontecerá. Mas não dá para pegar o "Ipobre" de São Paulo como parâmetro se for por isso, tanto pelo SBT em vários espaços de programação estar com audiência inferior ao que já teve em outros tempos quanto pelo fim de tarde ser difícil de competir pois, queira ou não, o "Cidade Alerta" está consolidadíssimo na faixa (mesmo nas férias do Marcelo Rezende a peteca não caiu) e faz a Record até mesmo dar um certo suador na Globo, o que põe o jornal policial num patamar acima de outros programas. Em outro horário, talvez ficasse melhor, tipo a clássica hora do almoço ("Globo Esporte" passou apertos). Espero que venham mais boas novidades.

Para ilustrar isso, destaco a seguir cinco episódios inéditos que são semelhantes e estão no espanhol original, mas que seria legal um dia assistir no SBT com dublagem brasileira, assim como tantos outros mais (todas as postagens de forumchaves): de 1973, "A Festa da Independência"; também de 1973, "A Perna Quebrada" em versão sem a Chiquinha; de 1976, "O Chiclete que Grudou no Chapéu"; de 1977, "O Porquinho" em versão com a Chiquinha de adicional; e de 1979, "O Livro da Chiquinha" com Pópis na posição correspondente ao Quico.

Bela do Dia: Carla Morone

Carla Morone, coleguinha do "Caldeirão do Huck". Olhar de quem fala aquela música das Frenéticas: "...eu sei que eu sou... bonita e gostosa...".

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Convivas

As mensagens aqui publicadas são remetidas pelos leitores deste PB ao e-mail papodebola@gmail.com.

Atenção: a seção está suspensa temporariamente até que eu consiga resolver alguns poréns particulares. Por enquanto, continuem sem mandar e-mails com comentários, pitacos e opiniões pois aqui não serão publicados. Dicas e avisos informativos são bem-vindos. Espero resolver isso em breve e aqui avisarei assim que o fizer, permitindo que os amigos do Brasil voltem a participar com suas considerações sobre o que aqui destaco.

Clipe do Dia

Completa hoje 50 anos o cantor e compositor paraibano Chico César. Claro que apresento aqui "Mama África".

Arremate

Semana de começo da Libertadores, que terá Atlético Paranaense e Botafogo na fase pré-grupos.

"24 Horas" volta antes que eles iniciem fora do Brasil suas batalhas!

O COLUNISTA: Edu Cesar é criador e editor do Papo de Bola (autor também da coluna "Papo de Mídia").

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E-MAIL: papodebola@gmail.com


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