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Domingo, 6 de janeiro de 2013 - ANO 10, EDIÇÃO 140
O prazer de ouvir música no rádio

Nos tempos atuais, o sujeito consegue facilmente encontrar qualquer música que quiser na Internet (bom, não literalmente qualquer música, como explicarei mais à frente). Comparado aos tempos dos discos de vinil e das fitas cassete, é bem mais viável fazer essa busca até para montar sua própria seleção musical. No entanto - e ainda bem que assim continua acontecendo -, parece que uma canção se torna mais especial quando escutada é numa emissora de rádio, seja AM ou FM. Não sei explicar direito, mas a sensação é diferente. E boa.

Ouço música no rádio há mais de 20 anos, desde ainda meus tempos de transição de infância pra adolescência, quando minha estação favorita era a extinta e saudosa Rádio Universal FM 97,5, que foi extinta na metade dos anos 90 e cujo prefixo desde então é ocupado pela Jovem Pan 2. Eu curtia as novidades durante o dia, mas me embalava mesmo era pelos flashbacks na madrugada - e isso também explica eu ser notívago, é algo de longa data. Com o passar dos anos, passei a escutar diversas emissoras e fui descobrindo canções que, embora não fossem necessariamente novas, para mim eram novas pois apenas ali eu as escutava. E muitas delas, mesmo com o passar dos anos, ainda me fazem lembrar da rádio onde a ouvi pela primeira vez ou mais a escutei.

Já perto dos meus 20 anos, tomei gosto pelas emissoras contemporâneas, com sons light, mas sem deixar de gostar de rock'n'roll e temas dançantes. Isso tudo ajudou a formar o ecletismo musical que acredito possuir e que podem notar todos os dias no fim de cada edição desta "24 Horas", na seção "Clipe do Dia". Alguns gêneros podem ser mais frequentes, mas sempre, nesse ou naquele momento, outros tantos comparecem. Além disso, sempre gostei de conhecer canções diferentes de vários artistas além daquelas que estouraram e chegaram aos primeiros lugares das paradas de sucesso. De alguns deles eu chego a curtir mais de 30 canções por não ficar apenas nas "confirmadas" e sim gostar de tantas mais, muitas por mim descobertas pelas rádios musicais.

Do gênero light, uma rádio que sempre ouvi - mas que hoje não ouço tanto por focar demais em lançamentos e restringir os clássicos a um espaço mínimo - é a Antena 1. Algumas músicas até hoje me fazem lembrar dela. Exemplos: "End of The Day", do Al Stewart (o mesmo de "Year of The Cat"); "Get Here", de Oleta Adams (a que canta "Woman in Chains" com o Tears For Fears); "Hold On To Love", do Jon Anderson (praticamente o único tema dele que conheço fora do Yes ou da dupla com Vangelis); "Footprins In The Sand", do Player (os mesmos de "Baby Come Back"); "One Day At a Time", do Elton John; "MacArthur Park", da Donna Summer (na versão de 6 minutos e não na de 4 minutos ou na - inviável radiofonicamente - extraordinária suíte de 17 minutos); e "Never Gonna Let You Go", da Dionne Warwick (cuja versão prefiro à mais conhecida, do Sérgio Mendes).

Outra emissora que ouvi pra burro foi a 102 FM, que há alguns anos foi substituída pela Itapema FM. Encontrei por seus programas muitos sons que ainda hoje me fazem lembrar desta rádio: "Be My Lady", do DeBarge (que nunca mais ouvi sem ser pela Internet); "Here Comes That Sound", do Love-de-Luxe (e incrivelmente tocavam os quase 10 minutos desta joinha discoteca); "Sempre Te Quis", da Daniela Mercury (que depois adquiri em LP a partir das escutadas na 102); e "Voo Sobre o Horizonte", do Azymuth (que nunca ouço no rádio pois só lembram de "Linha do Horizonte"). Uma que eu já conhecia do cinema, "9 To 5", da Dolly Parton (de "Como Eliminar Seu Chefe"), identifico até hoje com a 102 FM pois me faz lembrar do "Círculo Noturno", que Claudinho Pereira fazia nas noites de sábado só com sons agitados e que teve uma edição quase que só com sugestões minhas, que mandei por carta para a rádio - pois eu ainda não tinha Internet. Eu esperava sempre por esta atração.

Uma emissora que há quase 15 anos escuto em suas faixas musicais é a Rádio Bandeirantes de São Paulo, inicialmente pelas ondas curtas e depois pela Internet. Achei muitas canções boas através dela nesse tempão todo, algumas só encontradas por mim depois pela Internet e outras me fazendo adquirir LPs e mesmo CDs para tê-las. São temas que, assim que escuto, na hora eu lembro da RB, como: "Começo, Meio e Fim", da Zizi Possi; "Don't Look Back", de The Korgis (pelo qual comprei a trilha da novela "Sol de Verão"); "Millenium", do Robbie Williams (que me fez adquirir uma coletânea em dois CDs com esta música); e "Sara", do Starship (essa, então, é a campeã de todas). Isso sem contar Stevie Wonder, de quem conheci no mínimo umas 15 ótimas canções através de dois programas "Porque Hoje é Sábado", um solo e outro que também destacou Jose Feliciano.

Entre 2000 e 2001, quem teve madrugadas musicais foi a Rádio Bandeirantes daqui de Porto Alegre, antes de retransmitir o "Bandeirantes a Caminho do Sol" via Bandsat. Muita coisa boa eu também conheci pela Band/RS e até hoje associo a ela, casos de: "Lay Lady Lay", do Isaac Hayes (belíssima versão soul do famoso tema de Bob Dylan); "Money", do Pink Floyd (detalhe: na regravação lançada em 1981 na coletânea "A Collection of Great Dance Songs", que prefiro a vida toda à original de "The Dark Side of The Moon"); "With a Little Luck", do Wings (tocada na versão integral de 6 minutos); e "(Your Love Has Lifted Me) Higher and Higher", da Rita Coolidge.

Do gênero dançante, gosto especialmente daquelas versões ampliadas de mais de 6 minutos, aquelas que quase ninguém toca. Várias eu conheci pela Rádio Cidade FM, sobretudo por um programa da virada de sábado para domingo, "A Ponta da Antena". Algumas: "Funkytown", do Lipps Inc. (aquela que, quando ouço, não sei por que cargas d'água, me faz imaginar que a vocalista é Denise Fraga vestida de vovó e cantando dentro de um carro e empunhando um guarda-chuva na mão direita); "Let's Dance", do David Bowie; "Stop", do Erasure (duas ótimas extended); "Harry Houdini", do Konkan (que volta e meia ainda roda no "Bom Dia Cidade"); e "Right Between the Eyes", do Wax (a minha extended preferida, que me fez quase delirar quando encontrei em disco de vinil).

Enfim, são apenas alguns exemplos de emissoras e canções que passo neste tópico, mas claro que tem tantas mais, seja rádios ou músicas. A boa escutada vale a qualquer momento, seja qual for a plataforma e qual for a maneira, mas tem sempre um sabor especial ouvir um determinado tema no rádio, seja na frequência modulada ou até na amplitude modulada, onde admito gostar demais de ouvir programa musical ainda hoje - bom, eu não ouvi atrações deste gênero por muitos anos em ondas curtas, com todos os chiados e interferências? Ouvi.

E por que falo isso? Por dois motivos. O primeiro: lembrar de uma menção neste sentido, feita há bastante tempo no Twitter, pelo Alexandre Fetter, que comanda as rádios Atlântida e Itapema aqui em Porto Alegre e que é um craque do FM. E o segundo: domingo passado, escutei o "Bandeirantes Acontece", da RB de São Paulo, e o programa foi todo especial do quadro "Música e Letra", tocando uma canção de um artista iniciado com tal letra. Rodaram o alfabeto inteiro e, ao chegarem na letra W, pegaram o Whitesnake. Pensei que rodaria "Is This Love", rock romântico que estourou no Brasil como trilha da novela "Brega e Chique". Mas não. Escolheram "Love Ain't No Stranger", rock pesado que é o meu preferido da banda de David Coverdale. E rock pesado é o tipo de som que nunca toca na Bandeirantes AM 840. Logo, esta união de fatores mexeu demais comigo. Algo histórico!

Ah! Eu disse que tinha algumas músicas que eu não achava tão facilmente na Internet. Vou dar um exemplo bem prático: "Like Little Children", da Carole King. Só escutei este tema no rádio uma vez, que foi no programa "Cena de Cinema", feito aos sábados pelo Renato Martins na Ipanema FM e que é todo dedicado às trilhas sonoras de filmes. Esta canção é da trilha de "Loucos Por Alabama", de 1999, dirigido por Antonio Banderas e estrelado por Melanie Griffith. À primeira escutada, se tornou uma das obras da Carole que mais gosto. Mas não tinha Cristo Rei (fosse o de Curitiba ou o do Aimoré de São Leopoldo) que me fizesse encontrá-la. YouTube? Nada? Sites de músicas? Nada. Alguma rádio que a tocasse? Nada. Só pude achá-la pelo UOL Rádio, onde dá para ouvir vários CDs ali disponibilizados. Isso comprova que, nem na era da web, nem sempre será fácil achar uma canção.

Enquanto isso, nos juniores...

...o dia 2 da Copa São Paulo teve dois registros significativos: o inacreditável segundo tento da goleada do Palmeiras sobre o Confiança, com o goleiro Danilo chutando e incrivelmente acertando o rosto de Vinícius (que nem comemorou o gol pois estava com muitas dores); e a péssima aparência do gramado de São José do Rio Preto, que teve o América ganhando do Santos (AP) pela contagem mínima e o "oxo" do Flamengo (RJ) com o Rondonópolis, o que veem aqui e é justificado pois o último jogo no Teixeirão foi em outubro e colocaram veneno no gramado para eliminar ervas daninhas, formigas e fungos, o que originou as manchas. Visualmente péssimo.

Três horas que fizeram diferença

Cristiano Silva contou uma história sensacional no blog A Bola Pune e resolvi destacá-la na carona da primeira grande surpresa de 2013, que é Guiñazu deixar o Internacional e, alegando questões familiares, voltar a jogar no Libertad do Paraguai, do qual havia saído para o Colorado.

Em resumo, a história é essa: depois dos jogos entre Inter e Libertad na Libertadores de 2006, o presidente colorado Fernando Carvalho se encantou com a raça do argentino em campo. Em 2007, o Grêmio acertou salários com um empresário de El Cholo através do diretor de futebol Paulo Pelaipe, que no dia seguinte teria uma reunião com dirigentes do Libertad para adquirir o jogador. Só que um dos empresários de Guiñazu, Régis Marques, ficou fora da negociação e, consequentemente, sem comissão por ela. Ele se indignou e contatou Carvalho, já sucedido no comando alvirrubro por Vitório Píffero, que foi convencido por Carvalho a investir no atleta enquanto ele não fechasse com o Tricolor. Sabida toda a história, o Inter mandou ao Paraguai o diretor Sílvio Silveira.

Sílvio chegou três horas antes do enviado do Grêmio, que ia para fechar o negócio. O diretor vermelho encontrou o presidente do Libertad, ofereceu uma proposta três vezes maior e um salário duas vezes maior que o do rival. Assim, quando o representante gremista chegou, Guiñazu já estava vendido para o Colorado. O resto da história todos sabem: ele ganhou quatro Gauchões, uma Sul-Americana, uma Libertadores, uma Recopa e uma Copa Suruga, além de ganhar o respeito e a admiração da torcida do Internacional.

"Os Simpsons"

Leio no NaTelinha que, nesta sexta-feira, o desenho deu à Bandeirantes em São Paulo 3,8 pontos de audiência média, 6 de pico e quarto lugar, contra 5,2 da Record ("Sansão e Dalila"), 6 do SBT ("Carrossel" e "Programa do Ratinho") e 30,2 da Globo ("Salve Jorge"). Considerando-se que a Band está mostrando Homer, Marge, Bart, Maggie e Lisa no mesmo horário da novela - e quase depois do RR Soares ("quase" pois antes deles vem "Mr. Bean"), além dos índices das concorrentes não ter sido tão maior assim, dá para achar positivo este fato.

"True Blood"

Ficou para semana que vem, ainda à 1h de domingo para segunda-feira, a estreia de "Gosto Por Sangue" no SBT, que já informa a nova data em chamadas nos intervalos. Leio no NaTelinha que a justificativa da emissora para o adiamento à última hora é técnica, por terem recebido o primeiro episódio do seriado apenas no formato HD, o que faria ele ser transmitido com as barras pretas em cima e embaixo para a imagem encaixar inteira no 4:3, que é o formato no qual deveria ter chegado o material. Então, adiaram em uma semana a estreia da série dos vampiros para mostrá-la com as imagens adaptadas para o 4:3.

Só que alguns foristas do NT lembraram bem que essa pode ser uma desculpa fajuta pois outros seriados, como "Estética" (Nip/Tuck) e "As Novas Aventuras do Super Boy" (Smallville), passaram exatamente assim, com a imagem em 16:9 inteira dentro do 4:3 e as consequentes barras pretas em cima e embaixo. Logo, se assim foi com elas, poderia ser igual com "Gosto Por Sangue". Ou será que o SBT mudou de posição quanto a isso?

"A Grande Ideia"

2013 começa sem o programa apresentado pela Carolina Castelo Branco. A programação da manhã de hoje teve "Arnold" às 6h, "Pesca Alternativa" às 6h30, "Brasil Caminhoneiro" às 7h30 e "Aventura Selvagem" às 8h.

Momento Raridade Rara

O perfil fox6466 - que, pelo que entendi, é de um ex-funcionário do SBT nos primeiros anos da emissora - está com um canal no YouTube onde são publicados vários vídeos antigos, principalmente resgatando imagens do início dos anos 80 e inclusive algumas relíquias sensacionais. Selecionei algumas neste tópico.

Começo aqui com a vinheta da TVS, canal 4 de São Paulo, em 1985.

Continuo aqui com a abertura do jornal "Cidade 4", com notícias paulistanas e do estado de SP.

Prossigo aqui com cenas raras de produções antigas do SBT, como "Programa Raul Gil", "Sessão Dupla", "O Homem do Sapato Branco", "Almoço com as Estrelas" e "Reapertura", resgatadas em um especial de 1989.

Destaco aqui um trecho do programa de J. Silvestre, que tinha o quadro "Os Melhores da Semana", todos presentes no palco. Um dos cinco presentes era Ayrton Senna, não sei se já na época de Fórmula 1 ou ainda antes dela, mas o destacado especialmente foi Olney Cazarré, que falou do seu trabalho de dublador e que recordarão melhor como um dos dois dubladores clássicos do Pica-Pau (antes e depois de Garcia Jr.) e como o João Bacurinho, o corintiano da "Escolinha do Professor Raimundo".

Apresento aqui um vídeo sobre o trabalho dos dubladores, exibido em uma convenção de emissoras próprias e afiliadas em 1988.

Encerro aqui com o principal destaque: Silvio Santos em um vídeo gravado para outra convenção da rede, esta de 1986. Reparem com especial atenção nas explicações dele para as sucessivas trocas de programação em cima da hora, justificadas como necessários contra-ataques para surpreender a líder (Globo) na briga pela audiência. Além disso, ele observa que o programa "Sessão Passatempo" ganhava da líder em algumas regiões, como aqui no Rio Grande do Sul, e que a região onde o SBT estava com menor potencial era o Rio de Janeiro.

Bela do Dia: Elisa Volpatto

Elisa Volpatto, atriz gaúcha, que aparece sempre nos canais HBO por estrelar o seriado "Mulher de Fases", produzido pela Casa de Cinema daqui de Porto Alegre. Em qualquer fase, essa gatinha encanta os viventes.

As datas do domingo

A primeira: completa 55 anos a atriz Cássia Kiss, agora assinando Cássia Kis Magro, que estreou em 1979 na novela "Cara a Cara", da Bandeirantes, e que chegou à Globo em 1983, primeiramente no "Caso Especial" e em novelas a partir de "Livre Para Voar". No meio de tantos bons trabalhos sucessivamente feitos desde então, uma curiosidade: um de seus principais, que foi protagonizar "Barriga de Aluguel" - recentemente reprisada pelo Viva -, aconteceu antes e depois de estar na Manchete (antes com "Kananga do Japão" e depois com "Pantanal").

A segunda: completa 45 anos John Singleton, até hoje o mais jovem (23 anos) e único negro indicado ao Oscar de diretor, em 1991, por "Os Donos da Rua". Outras obras dele foram "Shaft" (a refilmagem estrelada por Samuel L. Jackson) e "+ Velozes e + Furiosos" (o segundo filme da série).

E a terceira: há 100 anos hoje completados nascia Loretta Young, vencedora do Oscar de atriz principal por "Ambiciosa", de 1947. Ela morreu em 2000.

Aviso aos navegantes

Os e-mails enviados ontem serão reunidos aos remetidos hoje para publicação na coluna de amanhã.

Participe pelo papodebola@gmail.com. Sua opinião será registrada nas próximas colunas.

Clipe do Dia

O rock'n'roll celebra neste domingo os 60 anos de Malcolm Young, escocês naturalizado australiano, que fundou com o irmão Angus uma das melhores bandas do gênero em todos os tempos: o AC/DC, da qual até hoje é o guitarrista rítmico e vocalista de apoio, além de compositor e criador de memoráveis riffs, como o sublime de "Back In Black". Curta aqui o AC/DC em uma explosiva apresentação ao vivo de "Highway To Hell".

Arremate

Dá para acreditar que tem quem dê chance de novo pro Jobson? Troféu "Trouxa do Ano" para o São Caetano.

"24 Horas" volta antes que o homem apronte e deixe o Anacleto Campanella!

O COLUNISTA: Edu Cesar é criador e editor do Papo de Bola (autor também da coluna "Papo de Mídia").

TWITTER: @papodebola
E-MAIL: papodebola@gmail.com


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