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24 HORAS
Futebol, esportes, sintonias e belas

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Domingo, 28 de outubro de 2012 - ANO 10, EDIÇÃO 75
Temos um campeonato ou temos um campeão?

Corrida chata essa na Índia, um domingo descartável na Fórmula 1. Sebastian Vettel liderou de ponta a ponta e o fato mais valioso foi Fernando Alonso ter chegado na segunda posição, diminuindo para 13 pontos a diferença a favor do alemão. Fica a pergunta: temos um campeonato ou tempos um campeão?

Mark Webber completou o pódio e a zona de pontuação teve ainda Lewis Hamilton, Jenson Button, Felipe Massa, Kimi Raikkonen, Nico Hulkenberg, Romain Grosjean e Bruno Senna. Ponto negativo: constrangedora presença de Michael Schumacher, antepenúltimo colocado. A próxima etapa é domingo que vem, nos Emirados Árabes.

Como vai a Série C?

Concluído o Grupo B neste sábado após Duque de Caxias 2 x 1 Caxias, Chapecoense 5 x 0 Tupi, Oeste 0 x 0 Madureira, Macaé 3 x 1 Santo André e Brasiliense 4 x 2 Vila Nova, os quatro classificados são Macaé (32 pontos), Duque de Caxias (29 pontos e 9 vitórias), Chapecoense (29 pontos, 8 vitórias e saldo 12) e Oeste (29 pontos, 8 vitórias e saldo 3). O Caxias parou nos 27 e tivemos Brasiliense, Vila Nova e Madureira empatados em 23 pontos. Caíram Santo André, com 18, e Tupi, com 14. Decepcionantes tanto o Ramalhão, que um dia já foi até campeão da Copa do Brasil e agora vai pra Série D, quanto o Galo Carijó, que envergonhou Juiz de Fora.

Isto posto, meu nobre (Momento Abrilino Fernandes), já temos dois confrontos resolvidos: Fortaleza x Oeste, com ida no próximo sábado, às 16h, em SP, e volta no dia 11 (domingo), às 19h, no CE; e Luverdense x Chapecoense, com ida na próxima quinta, em SC, e volta no dia 8 (também quinta), no MT, ambas as pelejas às 19h. Falta saber as outras duas quartas-de-final. O Duque de Caxias enfrentará o 3° colocado do Grupo A e o Macaé ficará frente a frente com o 4°. O Grupo A será resolvido hoje, às 6 da tarde (Brasília). A projeção completa dos jogos e da situação de cada time, tanto para classificação quanto contra o descenso, está na coluna deste sábado.

Sacudindo a Argentina

Ausente na temporada anterior pois um deles estava jogando a Série B, o super clássico (esse sim digno de ser chamado de super clássico e não aquela recriação de araque da Copa Roca) entre River Plate e Boca Juniors será disputado às 4 e meia da tarde, pelo horário de Brasília. O Monumental de Nuñez protagonizará o que se espera que seja um grande enfrentamento. Após 11 rodadas do Torneio Inicial, Los Millonarios somam 15 pontos, contra 18 dos Xeneizes. Esta partida será especial por provavelmente marcar o último River x Boca do zagueiro Schiavi, que vai pendurar as chuteiras no fim deste ano. Na história, o River venceu 66 vezes e o Boca em 85.

E uma curiosidade que vi no blog do Mauro Cezar Pereira: este River Plate x Boca Juniors acontece três dias depois de completados 15 anos do último jogo oficial de Don Diego Armando Maradona, justamente neste super clássico. Foi em 25 de outubro de 1997, pelo Torneio Apertura, também no Monumental de Nuñez, com vitória boquense por 2 x 1. Aos 37 anos, El Pibe D'Oro jogou por 45 minutos.

Em defesa do rádio

Não sei se os amigos do Brasil sabem, mas tenho uma quedinha pelo veículo rádio (risos). Descontrações à parte, li durante a semana no blog Rádio de Verdade dois textos que achei por bem publicar também nesta "24 Horas" por considerar boas reflexões acerca desta mídia apaixonante, dinâmica e, ainda hoje, imbatível - que a Internet ajudou a revigorar ao não mais colocar limites de fronteiras em seu alcance.

Um dos textos se chama "O que há no rádio" e é de autoria de Arnaldo Bloch, publicado em O Globo. Eis:

Lulu, como era conhecido Luís Alberto Oliveira, fotógrafo em Paris entre os anos 1970 e meados dos 90, era amigo de Pelé, fumante furioso e dono de um francês macarrônico. Morava num apartamento de frente para a garçonnière de Napoleão e fritava farofa de ovo para Celso Furtado. Mas, apesar de tantos atributos, morreu sem entender como funciona um rádio: para ele, aquilo era ilusionismo ou obra do sobrenatural.

O problema de Lulu era o fio: como é que vozes, música e outros ruídos podiam chegar de locais distantes e de outros continentes, penetrar num objeto inanimado sem fio e chegar aos nossos ouvidos? — Telefone tem fio. Televisão tem fio. Tudo tem fio. Como é que pode? — Mas Lulu, o rádio tem pilha e antena! — Mas não tem fio. É mágica. Não adiantava mencionar ondas eletromagnéticas ou dizer que a tomada da TV só traz energia, enquanto as imagens vêm pelo ar (a TV a cabo ainda não se popularizara). Para Lulu, som sem fio era antinatural, e ponto. Como o é, para muita gente, até hoje, o avião: inexplicável, inconcebível.

Lulu não conheceu a era dos celulares nem o uso globalizado do computador e do wifi. Mas, com sua implicância irracional, acertou num alvo futuro: o rádio atravessaria a revolução tecnológica sem desafinar, ao contrário dos outros meios, que penaram, e ainda penam, para encontrar o tom. Pode não ser um milagre de outro mundo, mas é, sem sombra de dúvida, um fenômeno.

Ainda que tenha perdido audiência, o rádio continua a ser ouvido em grande escala em casa, no carro, na cama e nas regiões mais remotas. Mas seu grande feito está no fato de que seu tom pessoal, dirigido individualmente ao receptor, e sua capacidade de gerar fantasias permanecem intocados, mesmo quando seu conteúdo é transferido para outras mídias, como o computador e os celulares.

Não à toa, os comunicadores, sejam eles esportivos, jornalísticos, de variedades ou religiosos, ainda falam ao ouvinte naquela segunda pessoa informal, atingindo-o em sua solidão: você, caminhoneiro de madrugada cruzando o país; você, dona de casa, em suas tarefas; você, dando duro no batente; você, da terceira idade, que tem saudade; você que quer mandar o seu recado; seu protesto; sua indignação. Mesmo quando se dirige a grupos, o rádio ritualiza o momento: você, que está com o seu amor no aconchego de uma cama redonda com teto espelhado; você, que está na balada e sintoniza na batida eletrônica do funk.

Nelson Rodrigues dizia que o verdadeiro jogo de futebol é aquele que se ouve no rádio, e não o que acontece no estádio. Não estava apenas produzindo uma frase de efeito. Da mesma maneira que o Nero de Cecil B. De Mille é mais real que o Nero histórico, as transmissões categorizadas de Waldyr Amaral, o grito vigoroso de Jorge Curi; o “entroooooou” malandrão de José Carlos Araújo (o único e verdadeiro Garotinho); o “guardoooou” de Luís Penido; os discursos embriagados de João Saldanha: prosódias que enchem a mente do ouvinte de imagens que, circunstancialmente, ele não pode ver.

O que se perde não assistindo ao jogo ganha-se ao imaginá-lo, deslumbrante, remoto e vivo, em variações enriquecidas pelo jeitão de cada locutor. Depois, comparar essas sensações com a realidade dos VTs, dando à experiência anterior novo significado. Ouvir o jogo no rádio ao mesmo tempo que se assiste, defasagens à parte, é outra possibilidade. E o jogo continua à saída do estádio, no papo de vestiários; ou antes de se chegar ao estádio, no Aterro, a caminho do Maraca, domingo, aquele cheiro de morteiro no ar. O Maraca vai voltar!

O rádio é fogo. Os jornais mudaram para adaptar-se, mas, hoje, percebem que, no papel, o tom é de papel, enquanto o conteúdo digital tem, obrigatoriamente, que ser diferente, com outras categorias, outra indexação, outra linguagem. A televisão se segmenta cada vez mais no cabo e as imagens abertas se fragmentam ao cair na rede.

Com o rádio isto não acontece: não importa o meio de difusão, o conteúdo de um determinado veículo é o mesmo na caixa retangular com pilha e antena ou no celular, e só depende daquilo que se quer transmitir. No rádio, o meio não é a mensagem, pois a mensagem é que faz o rádio.

Essa qualidade vem sendo amplificada por um fator: o rádio é, e deverá permanecer, gratuito. Os aplicativos para se ouvir rádio em celular são meras replicações. Além disso, o rádio, como meio de transmissão pura e simples de mensagens, pode ser o último recurso em grandes colapsos de energia. Se não é bruxaria, o rádio, como dizia o Lulu, espanta, ao lidar com o que há de mais sensível na afetividade e na cognição humanas.

Finalmente li “O mau humor de Arnaldo Branco” (Editora Flaneur) do meu xará, detrator e camarada. O livro é um grande antídoto contra a hipocrisia e a mania de levar-se a sério demais, que acomete a comunicação. Nas melhores headshops da cidade.


O outro texto é "O rádio vive! As empresas, nem tanto", de Marcus Aurélio de Carvalho, que vem a ser o Marco Aurélio que trabalhou na Rádio Tupi, que foi apresentador e que lançou o futebol da Rádio CBN, e que até este ano foi apresentador e gerente nacional de programação da Rádio Globo.

O artigo do jornalista Arnaldo Bloch sobre o rádio, publicado recentemente no jornal O Globo, é uma aula para aqueles que, há mais de dez anos, difundem textos e apresentações pomposas em Power Point, nas reuniões dos setores de marketing das emissoras, com avaliações sobre a suposta necessidade de se fazer (pasmem!) algo que “já não é exatamente rádio, pois o rádio como conhecemos morrerá, …é outra coisa, devido à convergência de mídia,…”.

Decretam o suicídio da identidade radiofônica como se a convergência fosse, em si, um veneno sem antídoto para a comunicação com linguagem predominantemente em áudio. Não notam que podemos e devemos agregar imagem e texto no site da emissora, mas que o áudio é a linha de força principal nesse meio.

O rádio é o som da imagem infinita. Podemos e devemos recordar a frase do saudoso professor Walter Alves, um dos educadores brasileiros mais respeitados na América Latina e na Holanda, por seu trabalha de capacitação, por mais de 25 anos, no RNTC – Radio Netherlands Training Centre, e na CIESPAL, em Quito, Equador: “rádio é a maior tela do mundo”.

A análise de Arnaldo Bloch é também uma aula para figuras conceituadas da revistas e sites especializados em mercado da comunicação – M&M, Blue Bus, P&M entre outros – que insistem em mostrar gráficos que ‘provariam’ que o rádio perde espaço para a Internet, numa conta que não bate, como eu disse, na metade de julho, em minha palestra no congresso da Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.

Se mais de 40% dos brasileiros ouvem algum tipo de rádio na web (musical, jornalística, de variedades ou web rádio) enquanto digitam no computador, não é a ‘Internet’ que está sendo ouvida. Internet é portal de meios, é porta de entrada para todos. Não é o meio. O que está sendo ouvido é rádio, não importa por qual plataforma: celular, PC, notebook, etc.

Os apocalípticos vão errar, mais uma vez, como erraram nos anos 1950. O que está ameaçado não é o meio rádio. Desafiados pela – agora sim, livre concorrência – estão os veículos do rádio: as empresas que sempre tiveram a molezinha de poucos concorrentes (ou players, como o povo do mkt gosta de dizer) em cada cidade ou região e agora concorrem até com a rádio de Seu José da padaria. Pulverizar players não ameaça o meio rádio; ao contrário: o fortalece.

No Brasil, por motivos históricos que posso tratar em outro momento, se confunde empresa de comunicação com meio de comunicação. Empresa é o subconjunto do meio. Antes, não havia concorrência de verdade. Poucos tinham o direito de transmitir e de investir no negócio rádio. Barato para a recepção, o rádio sempre foi o mais inclusivo dos meios. Agora, incomoda porque confirma ser também o mais inclusivo para se transmitir. Com o construtivo e vitorioso namoro entre Internet e rádio, todos somos, potencialmente, emissoras.

Viva o protagonismo plural nas ondas do rádio.


Morre Regina Dourado

Foi a má notícia da manhã de sábado. O câncer de mama a derrotou aos 59 anos, o que infelizmente já parecia questão de tempo quando internada na última semana. Ao longo de três décadas ela trabalhou em diversas novelas, a maioria delas na Globo, da qual saiu em 2005. As últimas produções foram na Record, sendo a derradeira "Caminhos do Coração". Mas de 1995, http://www.youtube.com/watch?v=fbDJaGdu0Wo destaco aqui o grande papel de Regina na TV: a Lucineide de "Explode Coração", que formou dupla com Salgadinho, feito pelo igualmente saudoso Rogério Cardoso.

Datas do domingo

Aqui no Brasil, completa 55 anos o ator Diogo Vilela - que é nome artístico, batizado foi José Carlos Monteiro de Barros. Presente no teatro e no cinema, chegou à televisão com apenas 12 anos, em "A Ponte dos Suspiros", novela de Dias Gomes na Globo. É nela que Diogo sempre atuou, a aparição mais recente sendo em "Aquele Beijo". Fora dela, trabalhou somente na Manchete, em novelas, minisséries e no seriado "Tamanho Família". Atualmente, duas produções divertidas com Diogo são reprisadas pelo Viva: "TV Pirata" e "Toma Lá, Dá Cá".

Lá nos Estados Unidos, quem hoje comemora 45 anos é Julia Roberts, aquela que nunca foi o que diziam ser: uma linda mulher. Efetivamente ela foi "Uma Linda Mulher" no filme que a tornou famosíssima, mas em linhas gerais sempre a achei uma moça simpática e às vezes bonita, mas que está longe de ser uma das "top of the pops", facialmente falando. Vencedora do Oscar em 2001 por "Uma Mulher de Talento", também aparece em obras como "Flores de Aço", "Linha Mortal", "O Dossiê Pelicano", "O Segredo de Mary Reilly", "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (seu segundo melhor filme, dos que vi), "Teoria da Conspiração" (o terceiro melhor), "Um Lugar Chamado Nothing Hill" e "Comer, Rezar, Amar" (estes dois eu até hoje não assisti).

Momento Raridade Rara

Cartunista e jornalista, Ziraldo completou 80 anos na última quarta-feira. Fundador de O Pasquim, ex-O Cruzeiro, ex-Jornal do Brasil, autor de "Menino Maluquinho" e "Turma do Pererê", tem um traço inconfundível. Ele foi tema do carnaval duas vezes: em São Paulo, da Nenê de Vila Matilde em 2003; e no Rio, da Tradição em 2012. Este tópico resgatará algumas passagens dele, que atualmente apresenta o programa "ABZ do Ziraldo" na TV Brasil.

De 1983 (postado por pugaman77), a abertura de "Turma do Pererê", especial da Globo em 1983.

De 1985 (postado por marciacalmon), um trecho de "1985", programa de bate-papo da TVE apresentado por ele e por Neila Tavares.

De 1998 (postado por rr1556), entrevista no SBT para o "Jô Soares Onze e Meia".

De 1999, entrevista na TV Cultura para o "Roda Viva", apresentado por Paulo Markun e com os entrevistadores Jaguar, Laerte, Belisa Ribeiro, Nirlando Beirão, Bob Fernandes, Lázaro de Oliveira e Antônio Rosa Neto.

Por fim, eis uma joia que escutam aqui: "As Anedotas do Pasquim", disco lançado em 1980, com anedotas contadas por Ziraldo, Chico Anysio, Ronald Golias e José Vasconcellos.

Bela do Dia: Ísis Gomes

Ísis Gomes, modelo gaúcha que estará a partir de quarta-feira na "Fazenda de Verão", na Rede Record. Ai, ai, assim você mata o papai, guria!

Convivas

"O Sport pressionou quando Maicon começou pela esquerda, ao invés do meio, mas Ney Franco corrigiu esse erro depois de 20 minutos, o gol de empate do Lucas equilibrou a partida e o jogo ficou muito fácil com as falhas do Sport. A vaga do São Paulo tem tudo para se consolidar nas muito fáceis três últimas rodadas. *** Mais um enrosco para o calendário brasileiro com essa Copa América 'extra' nos EUA em 2016. *** Evander Holyfield cancelou sua aposentadoria dele mais vezes do que foi adiado o lançamento do 'Chinese Democracy', do Guns n' Roses. *** O problema no ciclismo não fica apenas no Lance Armstrong. Se investigarem mesmo, podem pegar muito mais gente. *** Ouvi uma opinião do Fábio Sormani sobre a saída do David Stern do comando da NBA, de que, quando o cara é competente, tem de ficar no cargo o tempo que for, sendo bem remunerado para isso. Para um país que tem um pensamento mais profissional e meritório nessa questão, como os EUA, é algo válido. Aqui no Brasil, é meio inviável pois a perpetuação no poder trás mais malefícios do que coisas boas. *** A Igreja Universal comprou a concessão da 89 FM? Confesso não saber o procedimento para a aquisição de uma rádio dessa forma. *** Você também pode listar todas as apresentadoras e todos os programas que passaram na Band, sem que Daniel Bork perdesse seu espaço. Será que a Mônica Apor vai cozinhar no 'Dia Dia'? *** Nanda Costa é bonita, não é 'só' um estadual. Mas perto da Flávia Alessandra, não é muito mais do que uma Sul-Americana. *** A Playboy está muito na onda dessas asssitentes de palco, mulheres inegavelmente bonitas, mas sem estofo e fama que justifiquem um ensaio. Seria bom investir em outras áreas, como as jornalistas (risos). *** Achei Clarice Zeitel muito parecida com a bela Jaqueline, do vôlei. *** Silvio Santos só pode estar brincando nisso do HD mostrar suas rugas. Deve ser para disfarçar um possível atraso tecnológico do SBT nessa questão. *** Patético esse horário das 23h para um debate eleitoral. A Globo poderia ter reprogramado o fim de 'Gabriela'." (Alexandre Rodrigues Alves)
Era só o debate colar em "Salve Jorge" e pronto.

"Somando o público de todos os jogos da Série C do Campeonato Goiano desse ano, às vezes não dá mil pagantes. Quem está nele é o Monte Cristo, da Grande Goiânia, que não vence desde 21 de novembro de 2010, quando bateu o Aparecida por 2 x 1. De lá para cá, foram 17 derrotas em 17 jogos e 4 gols marcados e 52 sofridos. Nesta temporada, sete jogos e sete derrotas, um gol marcado e 29 sofridos." (André Luiz Matias Miranda)
Bah!!!

"Com tantos erros de arbitragem interferindo nos resultados, sou a favor da anulação do gol do Barcos, mesmo tendo sido avisado por fora e isso não ser correto pela regra." (Carlos Eduardo Sampaio Queiroz)
Falarei deste assunto na coluna de amanhã.

"Nós, catalanos, estamos muito satisfeitos com o vice-campeonato do Crac na Série D. Na partida em casa, pudemos ver a superioridade do Sampaio Corrêa, que mereceu muito o título. Duas questões: correm boatos por aqui que a CBF dá uma ajuda financeira para os times da Série C, além do pagamento de todos os custos de viagem e hospedagem, no que não acredito; e qual a capacidade dos estádios para jogar a Série C? É 10 mil, como foi na final? Pois nosso estádio não comporta 10 mil nem aqui e nem na China." (Lucas Simões Diniz)
Capacidade mínima de 10 mil só na finalíssima, pelo que pesquisei. A ajuda de custo não sei dizer se confere.

"Também preferi assistir Avaí x Goiás do que o último capítulo de 'Avenida Brasil'. Sem ser machista, na minha opinião é absurdo preferir assistir novela e discutir e comentar esse tipo de assunto, que sempre foi das mulheres e de Leão Lobo, Nelson Rubens e semelhantes. *** Querer comparar os lances nas faltas em Atlético Mineiro x Fluminense e Vasco x Fluminense é absurdo. Leonardo Silva não interferiu em nada no gol do Ronaldinho e Edinho tirou o jogador do Vasco para a bola passar no gol do Thiago Neves. Mas um foi anulado e o outro confirmado, e tudo ficou mais fácil para a conquista do tricolor carioca." (Luís Afonso Ribeiro)
Opinião atrasada, mas registrada até porque foi a única que este leitor mandou durante a semana e não quis deixar este conviva de fora.

"Com o horário de verão, aqui no Pará e em outros estados vemos quase tudo com atraso. Antes era só a Globo, no ano passado a Band entrou nessa e as outras ainda não prestei atenção - me parece que o SBT também está assim, mas ainda não comprovei -, mas durante a semana tive tempo de ver TV, vi que estava muito difícil. Teve uma hora que vi Joseval Peixoto dizendo que na sequência viria 'Carrossel' e por isso mudei para a Globo, mas um pouquinho depois voltei no SBT e estava passando o 'SBT Brasil'. Tem alguma maneira de acabar com essas redes fuso?" (Marcos Paulo Cintra da Silva)
Primeiro: nítido descuido do SBT do Pará, que vazou o sinal para praças com segundo turno e esqueceu de cortar pro sinal para regiões com eleição definido, onde o "SBT Brasil" continuou com 20 minutos a mais. E segundo: sim, tem como acabar com as redes fuso. É só acabar a classificação indicativa dos programas e as emissoras poderem exibir o que bem quiserem na hora que bem entenderem.

"Sabe aquela moça catarinense que estava leiloando a virgindade num site na Austrália? Durante a semana teve uma boa no 'Jornal da Band'. Boris Casoy noticiou o resultado do leilão, arrematado por um japonês. Terminou a matéria e a imagem voltou para ele, que fez o seguinte comentário: 'sorte desta moça que o vencedor foi um japonês!' Precisava ver a cara da Patricia Maldonado ao seu lado se segurando para não soltar uma risada. Foi hilário." (Mário Cesar Berns)
"Tudo a Ver" feelings. Eh, eh, eh...

"A TV Tribuna de Santos, ao invés de passar a programação normal na sexta-feira, já que a eleição tá resolvida, resolveu retransmitir o debate da Globo de São Paulo. *** Espero que deem logo a taça pro Fluminense, que está com uma mão e meia nela." (Reinaldo Barbosa Silva)

"Vi que a recente Copa Libertadores Sub-20 teve a participação do Atlético de Madrid. Por que a Conmebol coloca times de outros países em suas competições, como este da Espanha nesta, o Japão na Copa América de 1999 e os mexicanos na Libertadores?" (Ricardo Haertel)
Politicagem em alguns casos e pressão midiática em outros. Os clubes mexicanos jogam a Libertadores pois assim o Fox Sports (matriz continental) pressionou, o que a Conmebol aceitou devido à sua força econômica.

Mensagens publicadas até 14h30 (enviadas até 11h30; remetidas posteriormente publicarei na próxima edição).

Participe pelo papodebola@gmail.com. Sua opinião será registrada nas próximas colunas.

Clipe do Dia

Completa 60 anos neste domingo Stephen Morris, baterista do New Order, do qual trago aqui "True Faith".

Arremate

Outras pautas do fim de semana, incluindo as polêmicas do Brasileirão, deixo para comentar nesta segunda.

"24 Horas" volta depois que soubermos quem terá vencido os clássicos em Liverpool e Londres!

O COLUNISTA: Edu Cesar é criador e editor do Papo de Bola (autor também da coluna "Papo de Mídia").

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E-MAIL: papodebola@gmail.com


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